sexta-feira, 26 de agosto de 2016

S. João Eudes, Apóstolo da devoção litúrgica aos sagrados Corações de Jesus e Maria


Compartilhou com Santa Maria Margarida Alacoque a honra de iniciar a devoção ao Sagrado Coração de Jesus e do Sagrado Coração de Maria, e, por este meio oferecido pelo próprio Céu, alcançou grande êxito no combate aos jansenistas e suas ligações profundas com a teologia protestante, especialmente o Calvinismo

S. João Eudes prestou imensos serviços à Igreja através da fundação de seminários e pelas missões que pregou em quase todas as províncias de França com um sucesso verdadeiramente milagroso.

Devoção aos sagrados Corações de Jesus e Maria como meio providencial contra a heresia jansenista

Compartilhou com Santa Maria Margarida Alacoque a honra de iniciar a devoção ao Sagrado Coração de Jesus (foi ele quem compôs a Missa para o Sagrado Coração, em 1668) e do Sagrado Coração de Maria, popularizando as duas devoções e, por este meio, oferecido pelo próprio Céu, alcançando grande êxito no combate aos jansenistas que, em suas raízes, tinha ligações profundas com a teologia protestante, especialmente com o Calvinismo. Em seu rigorismo, consideravam Deus sem misericórdia, o que os levava a combaterem a devoção ao Sagrado Coração de Jesus, que se apresenta justamente como a fonte de misericórdia. A heresia jansenista, inspirada no protestantismo, era contrária ao culto aos santos, e, principalmente, contra a devoção a Nossa Senhora. Muito parecidos com os liturgicistas modernistas atuais, eles se diziam cristocêntricos.

Sacerdote missionário

S. João Eudes nasceu em Ri, Normandia, França, em 14 de novembro de 1601, filho de um agricultor. Aos 14 anos entrou na faculdade jesuíta de Caen. Embora seus pais desejassem seu casamento, o jovem João ingressou-se na Congregação do Oratório da França em 1623. Estudou em Paris e em Aubervilliers, sendo ordenado sacerdote em 1625, trabalhando como voluntário ao cuidar das vítimas de pragas que atingiram a Normandia no período de 1625 a 1631. Durante a década seguinte abraçou com grande ardor a vida missionária, alcançando grande reputação como pregador e excelente confessor ao opor-se à heresia jansenista.


São João Eudes, C.J.M. – Presbítero, Pai, Doutor e Apóstolo do culto litúrgico do Sagrado Coração e Fundador da Congregação de Jesus e Maria

Seminários eficazes para a atualização do clero

Em seu zelo missionário interessou-se em ajudar mulheres caídas, e em 1641, com Madeleine Lamy, fundou um refúgio para elas em Caen, sob a direção das Visitandinas. Em 1643 renunciou os oratorianos e fundou a Congregação de Jesus e Maria (Eudistas) em Caen, composta por sacerdotes seculares não vinculados por votos, mas dedicados a atualização do clero, estabelecendo seminários eficazes e missões de pregação. Sua fundação foi rejeitada pelos oratorianos e pelos jansenistas, e ele não conseguiu obter a aprovação papal, mas em 1650, o Bispo de Coutances convidou-o para estabelecer um seminário em sua diocese. No mesmo ano, as irmãs em seu refúgio em Caen deixaram as Visitandinas e foram reconhecidas pelo Bispo de Bayeux como uma nova congregação sob o nome de Irmãs de Nossa Senhora da Caridade.
João fundou seminários em Lisieux em 1653 e Rouen em 1659 e teve sucesso em mais uma tentativa de garantir a aprovação papal de sua congregação, mas em 1666 as irmãs de Nossa Senhora da Caridade receberam a aprovação do Papa Alexandre III como um instituto para recuperar e cuidar de mulheres rebeldes arrependidas. João continuou suas missões e fundando novos seminários em Evreux em 1666 e Rennes em 1670.
O Papa S. Pio X definiu-o como “autor, pai, doutor, apóstolo, promotor e propagandista da devoção litúrgica aos sagrados Corações de Jesus e Maria”.
Foi canonizado em 1925. O dia de sua festa é 19 de agosto.

Oração de São João Eudes ao Coração de Jesus e Maria


Salve, Coração santíssimo,
Coração manso,
Coração humilde,
Salve, Coração puro,
Coração entregue
Coração sábio
Salve, Coração paciente,
Coração obediente
Coração vigilante ;
Salve, Coração fiel,
Coração feliz,
Coração misericordioso ;
Salve, Coração muito amoroso de Jesus e de Maria.
Nós te adoramos,
Nós te louvamos,
Nós te glorificamos,
Nós te damos graças,
Nós te amamos
de todo o nosso coração,
de toda a nossa alma,
com todas as nossas forças ;
Nós te oferecemos o nosso coração,
Nós o entregamos,
Nós o consagramos,
Nós o sacrificamos.
Aceita-o e possui-o totalmente ;
Purifica-o,
Ilumina-o,
Santifica-o,
Para que nele vivas e reines, agora, sempre e por toda a eternidade.
Amém.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

A Missa Tradicional me fez descobrir minha própria religião



É incrível dizer, mas me dei conta de que, depois de tantas sessões de “catequese”, na Missa Tradicional eu simplesmente estava descobrindo a minha própria Religião!

Javier Navascués — Adelante la Fe | Tradução Sensus fidei: Quando um servidor assiste a Missa Tradicional, comprova com satisfação como a ela se achegam muitas famílias, algumas delas numerosas e também numerosos jovens. Comprovar isso é um motivo de alegria e de esperança. Em meio ao caos do mundo e a confusão na Igreja há um pequeno rebanho de fiéis, leais à Tradição e, portanto, transmitindo-a para os seus filhos.
Na presente ocasião entrevistamos um dos acólitos ou coroinha, um estudante de medicina de 19 anos. Habitualmente ele serve na Santa Missa Tradicional da Capela de Nossa Senhora da Piedade e São Pedro Apóstolo, em Barcelona.

Como você conheceu a Missa Tradicional?

Conheci a Missa Tradicional há relativamente pouco tempo. Fui educado tardiamente na Fé, e toda a minha formação foi recebida das mãos de sacerdotes “conciliares”. Passei muitos anos assistindo à Missa Novus Ordo, mas sempre me preocupava uma coisa: eu nunca acabava me sentindo unido a Deus. Preocupava-me também o desapego que eu sentia para com a Missa e as cerimônias solenes da Igreja. Mas os anos passaram e finalmente eu compreendi. O culto que eu procurava não estava ali. O culto que eu buscava, um culto para dar maior glória a Deus, fazia tempo que se oficiava em pequenas capelas retiradas da ” oficialidade” da Igreja, permita-me a expressão. E aqui é onde minha busca começa.

Houve alguma pessoa que lhe conduziu neste processo?

Depois de muitas leituras e pesquisas, porque a minha preocupação e meu desejo de saber foram crescendo, cheguei a conhecer Sua Excelência Monsenhor Lefebvre através de seus inúmeros textos e conferências. Foi como começou o meu verdadeiro encontro com Deus. E tudo graças à Missa que agora chamamos de “Tridentina” ou “Tradicional”, mas que não deixa de ser a Missa de sempre. Não podemos negar que é a Missa dos grandes santos. Sem ir mais longe, a Missa que oficiou o Santo Cura d’Ars ou a que assistiram com devoção Santa Teresa de Jesus e tantos piedosíssimos fiéis até a triste Reforma Conciliar. E graças a Deus hoje tenho a oportunidade de assistir a esta Missa que tanto bem tem feito para a minha formação e meu consolo espiritual.

Servir na Santa Missa é Ofício dos Anjos, por que você decidiu fazer?

Desde que me aproximei pela primeira vez de uma Missa Tradicional, surgiram em mim o intenso desejo de aprender toda aquela liturgia, todo aquele mundo que se desdobrava diante de mim e que até agora me tinha sido ocultado. É incrível dizer, mas me dei conta de que, depois de tantas sessões de “catequese”, eu simplesmente estava descobrindo a minha própria Religião! Primeiramente eu consegui um missal (não tão fácil hoje em dia) e aprendi a seguir a Santa Missa. Não demorei em fazê-lo. Mais tarde, por necessidades da capela em que assisto, surgiu a oportunidade de acolitar e, assim, a isso me propus. Eu ainda estava indeciso e tive de pensar e me formar ainda mais. Finalmente, com a ajuda do santo sacerdote que celebra a Missa ali, melhorei a minha formação (embora há sempre coisas novas para se aprender a partir de uma Liturgia tão rica que parece interminável, em comparação com a nova).

Que contribuição houve para a sua vida espiritual?

A verdade é que, por assim dizer, tem contribuído em tudo. São Pio X dizia que a Missa é a oração do cristão por excelência. E, como diz o aforismo “Lex Orandi Lex Credendi”. Tal como se reza, acredita-se. Portanto, o ato de participar desta Liturgia (que foi codificada por São Pio V, em Trento, embora ela seja muito mais antiga) mudou a minha maneira de rezar, a minha maneira de viver a Religião. E isso é absolutamente verdadeiro. Minha maneira de rezar, meu comportamento no templo, até mesmo o meu julgamento sobre os eventos atuais, tudo mudou completamente. E isso é assim porque não se pode dissociar a Missa (as rubricas tão odiadas hoje!) do Credo. Se mudamos a Missa (lembremos do que disse Sua Santidade Pio XII, “a Eucaristia é o coração da Igreja”) mudamos tudo, demole-se o edifício (a Igreja) a partir de suas bases.
Então tem lugar a situação de confusão e apostasia atuais. A Missa Tradicional é a Missa verdadeiramente católica porque é universal, e este é um ponto importante porque graças a isso, eu percebi essa dimensão universal. Eu poderia acolitar tanto uma Missa no Reino de Espanha, como na França, como em qualquer outro país onde o rito ainda é mantido.
Javier Navascués

Fonte:


quarta-feira, 24 de agosto de 2016

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“Deus vai castigar o mundo, e vai castigá-lo de uma maneira tremenda”… Saiba o que a vidente de Nossa Senhora em Fátima revelou ao Padre Fuentes. (Parte II)




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O que santificou Jacinta e Francisco
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Diga-lhes também, Senhor Padre, que os meus primos Francisco e Jacinta se sacrificaram porque, em todas as aparições da Santíssima Virgem, sempre A viram muito triste.
Nunca nos sorriu. Esta tristeza, esta angústia que notamos n’Ela, penetrou nas nossas almas.
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Esta tristeza é causada pelas ofensas contra Deus e pelos castigos que ameaçam os pecadores.
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E assim, nós, crianças, por não sabermos o que fazer, inventávamos várias maneiras de rezar e de fazer sacrifícios.”
Outra coisa que santificou estas crianças foi terem uma visão do inferno.
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A missão da Irmã Lúcia
“Senhor Padre, eis porque a minha missão não é indicar ao mundo os castigos materiais que certamente virão se antes o mundo não rezar e se sacrificar.
Não! A minha missão é indicar a todos o perigo iminente em que estamos de perder as nossas almas para toda a eternidade, se nos obstinarmos no pecado.”
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A urgência da conversão
A Irmã Lúcia também me disse:
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“Senhor Padre, não devemos esperar que venha de Roma, da parte do Santo Padre, um apelo ao mundo para que faça penitência.
Nem devemos esperar que esse apelo à penitência venha dos nossos Bispos, nas nossas Dioceses, nem das congregações religiosas.
Não! Nosso Senhor já usou muitas vezes destes meios, e o mundo não prestou atenção.
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Eis porque, agora, é necessário que cada um de nós comece a reformar-se espiritualmente.
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Cada pessoa deve não só salvar a sua alma como também ajudar a salvar todas as almas que Deus colocou no seu caminho.”
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“O demônio faz tudo o que está em seu poder para nos distrair e nos retirar o amor à oração; seremos todos salvos ou seremos todos condenados.”
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Os últimos tempos
“Senhor Padre, a Santíssima Virgem não me disse que estamos nos últimos tempos do mundo, mas fez-mo compreender por três razões.”
“A primeira razão é porque Ela disse-me que o demônio está travando uma batalha decisiva contra a Santíssima Virgem.
E uma batalha decisiva é a batalha final, em que um lado será vencedor e o outro lado sofrerá uma derrota.
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Assim, a partir de agora devemos escolher o nosso lado. Ou somos por Deus ou somos pelo demônio. Não há outra possibilidade.”
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“A segunda razão é porque Ela disse aos meus primos, como também a mim, que Deus está a oferecer os dois últimos remédios ao mundo.
São eles o Rosário e a devoção ao Imaculado Coração de Maria. São os dois últimos remédios, o que significa que não haverá outros.”
“A terceira razão é porque, nos planos da Divina Providência, Deus esgota todos os outros remédios antes de castigar o mundo.
Mas quando Ele vê que o mundo não presta qualquer atenção, então – como dizemos na nossa maneira imperfeita de falar – oferece-nos com ‘temor certo’ o último meio de salvação, a Sua Santíssima Mãe.
E é com ‘temor certo’ porque, se desprezarmos e repelirmos este último meio, não teremos mais nenhum perdão do Céu;
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Porque teremos cometido um pecado a que o Evangelho chama pecado contra o Espírito Santo.
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Este pecado consiste em rejeitar abertamente, com pleno conhecimento e consentimento do ato, a salvação que Ele nos oferece.
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Recordemos que Jesus Cristo é um Filho muito dedicado, e que não permite que ofendamos e desprezemos a Sua Santíssima Mãe.
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Ao longo de muitos séculos da história da Igreja, recolhemos o testemunho certo que demonstra, através dos castigos terríveis que caíram sobre os que atacaram a honra da Sua Santíssima Mãe, como Nosso Senhor Jesus Cristo sempre defendeu a honra da Sua Mãe.”
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Oração e sacrifício, e o Rosário
A Irmã Lúcia disse-me: “Os dois meios para a salvação do mundo são a oração e o sacrifício.”
A respeito do Rosário, a Irmã Lúcia disse: “Repare, Senhor Padre, que a Santíssima Virgem, nestes últimos tempos em que vivemos, deu uma nova eficácia à recitação do Rosário.
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E deu-nos esta eficácia de tal maneira que não há problema temporal ou espiritual, por mais difícil que seja, na vida pessoal de cada um de nós;
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Das nossas famílias, das famílias do mundo ou das comunidades religiosas, ou mesmo da vida dos povos e nações, que não possa ser resolvido 
pelo Rosário.
Não há problema, afirmo-lhe, por mais difícil que seja, que não possamos resolver rezando o Rosário.
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Com o Rosário, salvar-nos-emos. Santificar-nos-emos. Consolaremos a Nosso Senhor e obteremos a salvação de muitas almas.”
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Devoção ao Imaculado Coração de Maria
“Finalmente, a devoção ao Imaculado Coração de Maria, nossa Mãe Santíssima, consiste em considerá-La como fonte de misericórdia, de bondade e de perdão;
E como a porta segura pela qual entraremos no Céu.”

terça-feira, 23 de agosto de 2016

1964: Os brasileiros rezam o Rosário e Nossa Senhora expulsa o comunismo do Brasil



Em 1964, no Brasil, o presidente João Goulart tentava organizar a passagem de seu país para o comunismo, segundo o modelo de Cuba. Ele conseguira infiltrar tanto os cargos importantes quanto as escolas e universidades da maior parte do país.
Todavia, durante quase todo o ano precedente, o Padre Patrick Peyton, da Congregação de Santa Cruz, havia pregado uma cruzada do Rosário, percorrendo o país afim de convencer os fiéis a voltarem-se para Nossa Senhora.
O povo se lembra disso no momento de perigo. As primeiras pessoas a mobilizarem-se foram as mulheres brasileiras, desfilando pelas ruas da cidade rezando o terço.
Uma vez, na cidade de Belo Horizonte, elas (em número de três mil) impediram uma conferência de Leonel Brizola, representante de Cuba, invadindo a sala onde ele devia falar;todas elas rezando o Rosário. Ao sair, Brizola encontra as ruas igualmente cheias, a perder de vista, de mulheres em oração. E ele deixa a cidade com, no bolso, um dos discursos mais incendiários de sua carreira… o qual ele não pôde pronunciar.
Em 13 de março, Goulart decreta a mudança da Constituição, a abolição do congresso e a confiscação das indústrias e das fazendas.
Isso desencadeia uma reação por parte das mulheres. O texto seguinte foi propagado em todo o Brasil:

“Este país imenso e maravilhoso, com o qual o bom Deus nos presenteou, está num perigo extremo. Nós permitimos que homens de uma ambição sem limites, desprovidos de toda fé cristã e de todo escrúpulo lançassem nosso povo na miséria, destruíssem nossa economia, perturbassem nossa paz social, semeassem o ódio e o desespero. Eles infiltraram nossa nação, nossas administrações, nosso exército, e até nossa Igreja, com os servos de um totalitarismo que nos é estranho e que destruiria tudo o que possuímos. (…) Santa Mãe de Deus, protegei-nos do destino que nos ameaça, e afastai de nós os sofrimentos infligidos às mulheres martirizadas de Cuba, da Polônia, da Hungria e das outras nações reduzidas à escravidão”.

Novas e grandiosas “marchas do terço” foram organizadas em todo o país, das quais participaram homens, mulheres e jovens, enquanto Luiz Carlos Prestes, líder do Partido Comunista Brasileiro, provocava-os, dizendo: “O poder, nós já o temos”.
Mas, pouco a pouco, o presidente se sente pressionado de todas as partes. Os governadores dos estados, os deputados, os generais do exército, um por um, separaram-se dele. No dia 26 de março, para salvar o país, os militares tomam o poder, sem derramar sequer uma gota de sangue. Goulart e os líderes comunistas dos sindicatos fogem.
Em 2 de abril toda a população do Rio e das redondezas estava na rua para uma gigantesca marcha de oração, a qual foi uma apoteose de ação de graças a Nosso Senhor e Nossa Senhora.
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Em julho, o Padre Valério Alberton, Promotor das Confrarias Marianas do Brasil1, vai a Fátima agradecer à Santíssima Virgem a salvaguarda de seu país. “Nós vencemos graças a Nossa Senhora do Rosário”, declara ele. “É a mensagem de Fátima, posta em prática no Brasil, o que nos salvou”. […] O repetidos apelos à oração e à penitência, segundo o espírito de Fátima, revivem a fé, que move montanhas, e o impossível se realiza: o milagre de uma guerra vencida sem nenhuma gota de sangue.
O comando contrarrevolucionário previa ao menos três meses de luta intensa. Ora, uma força, humanamente falando inexplicável, faz desmoronar, como um castelo de cartas, todo o dispositivo militar, paciente e diabolicamente edificado durante muitos anos. A evidência da graça é tamanha que todos ficam convencidos de que tudo aquilo não tinha explicação humana. Os chefes militares e civis da contrarrevolução são quase unânimes em atribuir esta vitória a uma graça especial da Santíssima Virgem. Muitos declaram que o Rosário foi a arma decisiva” (Voz de Fátima, outubro 1964)2.
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Notas:
1 – Durante os acontecimentos, essas confrarias haviam inscritos 200.000 homens e pessoas jovens em seus registros, verdadeiro exército pacífico a serviço de Nossa Senhora.
2 – Estas informações foram recolhidas em um suplemento em “Defense du Foyer”, nº especial de primavera, 1965.
Revista dos Dominicanos de Avrillé: Le Sel de la Terre
Tradução Sr. Renato
Uma recordação importante: Com respeito ao Santo Rosário, a Irmã Lúcia disse em 1957 ao Padre Fuentes: “Olhe, Senhor Padre, a Santíssima Virgem, nestes últimos tempos em que vivemos, deu uma nova eficácia à recitação do Rosário, de tal maneira que não há nenhum problema, por mais difícil que seja, seja ele temporal ou sobretudo espiritual, na vida pessoal de cada um de nós, das nossas famílias, das famílias do mundo ou das comunidades religiosas, ou até da vida dos povos e das nações, que não possa ser resolvido pelo Rosário. Não há problema, digo-lhe, por mais difícil que seja, que não possamos resolver, rezando o Santo Rosário. Com o Santo Rosário salvar-nos-emos , santificar-nos-emos, consolaremos a Nosso Senhor e obteremos a salvação de muitas almas .”.1964: Os brasileiros rezam o Rosário e Nossa Senhora expulsa o comunismo do Brasil

 Fonte: Capela Nossa Senhora das Alegrias

Você sabe tudo sobre a Santa Missa? Veja essas particularidades que talvez você não conheça.


A sublimidade da Santa Missa

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O fim da Sociedade é ainda render a Jesus no Santíssimo Sacramento o culto de honra maior, mais santo e mais litúrgico possível.
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C
ulto maior, pelo serviço solene de Exposição onde Jesus é honrado como o Rei imortal dos séculos, a quem toda honra e glória são devidas.
Ante esse sol de amor tudo se eclipsa. Ante o Rei, o ministro não recebe distinções. Ante o Mestre insigne, o servo desaparece.
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Tudo quanto há de precioso, de belo, de nobre, deve honrar o Trono divino de Jesus, Senhor único de tudo.
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E, viesse a Sociedade a possuir todos os diamantes, todo o ouro, todas as coroas do mundo, só deveria ver nisto tudo o privilégio de poder tudo consagrar à glória do Mestre, já que tudo Lhe pertence.
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Culto mais santo
O corpo também deve adorar o Deus da Eucaristia e Lhe render suas homenagens exteriores.
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Reverência na leitura do Santo Evangelho
Homenagens de respeito, tendo-se modesta e convenientemente em Sua divina Presença, evitando tudo aquilo que não se permitiria em presença dum personagem ilustre, dum soberano.
Homenagens de piedade, cumprindo com grande espírito de fé e de amor as cerimônias externas, genuflexões, prostrações, reverências prescritas;
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Porque constituem os atos exteriores de adoração do coração e a profissão pública de Fé.
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Homenagens públicas de virtudes. Honrando por toda a parte o Mestre, quer em público, quer em particular, quer nas ruas, quer nos templos;
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Adorando-O, prostrado, quando Ele passa levado em Viático, ou quando reina no Trono. E por toda a parte o Rei e Deus do nosso coração, da nossa vida.
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Culto mais litúrgico
A Igreja, sempre inspirada pelo Espírito Santo, regrou o culto devido ao Seu divino Esposo, Jesus Cristo, no Santíssimo Sacramento, e que por si, constitui o culto de verdade e de santidade agradável a Deus.
A Igreja, ciosa da honra e da glória do seu Rei, regulou os mínimos pormenores do Seu culto, porque tudo é grande, tudo é divino em se tratando do Seu serviço.
O dever maior, quer da Sociedade, quer da totalidade dos seus membros, é, portanto, estudar as rubricas, os cerimoniais da Igreja e, seguindo-os com exata fidelidade, fazer com que os fiéis, por sua vez, os observem e amem.
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Honrando desta forma a divina Eucaristia, honro-O a em união com a Santa Igreja, em união com os Seus santos.
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Rendo-Lhe, então, com a Igreja, uma só e mesma homenagem, presto-Lhe um só e mesmo culto enquanto os Seus méritos suprem minha indignidade, e a Sua perfeição, minha fraqueza.
Meu culto então torna-se verdadeiramente católico.
Servirá ainda para expiar as irreverências e culpas sem número que cometi nos santos lugares.
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Servirá para reparar as profanações, os sacrilégios incessantemente cometidos contra este Sacramento por tantos ímpios e maus cristãos.
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Será um protesto contra a incredulidade, uma profissão pública de nossa Fé e vocação pela maior glória de Jesus. Hóstia de amor e de louvor.
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Fonte: Retirado do livro A Divina Eucaristia, volume III - São Pedro Julião Eymard

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Só leia este artigo se você quiser ir para o Céu!



Uma Rosa Vermelha… Para os Pecadores
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Pobres homens e mulheres que são pecadores. Eu, mais pecador do que vocês, desejo dar-lhes esta rosa vermelha, porque o Precioso Sangue de Nosso SENHOR caiu sobre ela.

Agradai a DEUS a fim de que Ele vos traga verdadeira fragrância para suas vidas e, acima de tudo, para salvá-los dos perigos pelos quais estão passando todos os dias, principalmente os que não crêem, não se arrependem e não choram:
“Deixe-nos coroar a nós mesmos com rosas” (Sb 2,8). Mas nossa lamentação deveria ser: “Deixe nos coroar a nós mesmos com as rosas do Santíssimo Rosário”.
Quão diferente são suas rosas das nossas!
Suas rosas são os prazeres da carne, honras mundanas e riquezas passageiras que mancham e corrompem em pouco tempo, mas as nossas, que são o PAI Nosso e a Ave Maria;
As quais temos rezado devota e assiduamente e às quais acrescentamos bons atos penitentes, nunca murcharão ou acabarão, e serão tão belas daqui a milhares de anos com elas os são hoje.
Ao contrário, as rosas dos pecadores só se parecem com rosas, já que de fato elas são espinhos cruéis que os espetam durante a vida, dando-lhes dores agudas de consciência.
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Durante a morte eles os espetam com amargo arrependimento e, ainda pior, na eternidade, eles se tornam flechas a queimar de raiva e desespero.

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Mas se nossas rosas possuem espinhos, eles são os cravos de JESUS CRISTO que os mudam rosas.

Se nossas rosas nos espetam, é somente por um curto espaço de tempo, e apenas com a finalidade de curar-nos do pecado e assim JESUS salvar nossas almas.
Então, por todos os meios, devemos ansiosamente coroar-nos a nós mesmos com estas rosas do Paraíso;
E rezar o Rosário inteiro a cada dia, ou seja, rezar os três Terços cujas cinco dezenas são como que três pequenos diademas ou coroas de flores, existindo duas razões para se fazer isto:
Primeiramente honrar as três coroas de JESUS e Maria, a coroa da graça de JESUS na hora de Sua Encarnação;
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Sua coroa de espinhos durante a Paixão e Sua coroa de glórias nos Céus, e é claro a tríplice coroa que a SANTÍSSIMA TRINDADE deus Maria nos Céus.

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Em segundo lugar, nós devemos rezá-lo a fim de que nós mesmos possamos receber três coroas de JESUS e Maria.

A primeira é uma coroa de méritos durante nossa vida, a segunda, uma coroa de paz em nossa morte, e a terceira, uma coroa de glória no céu. 
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Se você rezar o Rosário fielmente até a morte, eu lhe asseguro que, apesar das gravidades de seus pecados “alcançareis a incorruptível coroa da glória”. (1 Pd 5,4)

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Mesmo que você esteja a beira da condenação eterna, mesmo que você já tenha um pé no inferno, mesmo que você já tenha vendido sua alma ao diabo com os feiticeiros fazem ao praticar a magia negra;

E mesmo que você seja um herege obstinado, como um diabo, inevitavelmente você se converterá, consertará sua vida e JESUS salvará sua alma.
Guarde bem o que eu vou dizer, se você rezar o Santo Rosário devotamente cada dia até a morte, com o propósito do conhecimento da verdade, você obterá a graça do arrependimento e o perdão de seus pecados.
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Fonte: Retirado do livro “O Segredo do Rosário” de São Luis Maria Grignon de Montfort.


LINK PARA DOWNLOAD.

Livro - O Segredo do Rosário - Baixe ou leia aqui!