quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Comunhão na mão: O chão manchado de sangue

Se por um momento pudéssemos ver a cena dantesca que se produz em nossas igrejas ficaríamos horrorizados. Podemos ter uma ligeira ideia contemplando a fantástica ilustração de Rodrigo Garcia. Será que ela nos parece dura? Pois é exatamente o que acontece e não vemos


"Se alguém nega que no venerável Sacramento da Eucaristia está contido Cristo inteiro sob cada uma das espécies e sob cada uma das partes de qualquer das espécies feita a separação, seja anátema”. Concílio de Trento
Miguel Angel Yanez – Adelante la Fe | Tradução Sensus fidei: Há tempos venho observando discussões e palestras sobre o tema “comunhão na mão”. Em todas elas o que percebo repetidamente é uma série de argumentos, tanto de leigos quanto de sacerdotes, alguns tratando de justificar em recebê-la e outros em administrá-la, evidenciando que, apesar de suas boas intenções, não compreenderam a verdadeira natureza do problema de fundo.
Querido leigo, devemos parar de pensar nestes termos: o que EU gosto, o que a MIM não ofende, o que EU vejo normal, o que EU vejo ou deixo de ver de grave, o que a MIM permite ter devoção, o que EU acredito, o que EU penso, o que EU li que não sei quem disse ou fazia não sei em que século… ou seja, o que EU, EU e mais EU.
Querido sacerdote que quer dar a Comunhão na mão ou, até mesmo, não quer, porém a dá, temos que deixar de discorrer desta maneira: EU gosto mais na mão, EU acredito que devo obedecer apesar de tudo, EU não vejo problemas, EU não vejo isso tão sério, EU não sou ninguém para tomar essa decisão, EU acho que se o Papa e meu bispo fazem, EU devo fazê-lo… ou seja, o que EU, EU e mais EU.
Não, queridos leigos e sacerdotes, esta perspectiva está totalmente errada, o problema não é VOCÊ, ou o que VOCÊ pensa ou deixa de pensar sobre as consequências que tenham para VOCÊ não dar a comunhão na mão, o que eles lhe dizem, o que muitos ou poucos façam, nem o que façam o bispo ou o papa. Não, não e não. Detenho-me e digo em voz alta:

O problema não é você, o problema é ELE

Não importa o seu ponto de vista, a razão teórica que possa ter ou deixar de ter, as suas boas intenções, o seu desejo de obediência, todos estes argumentos desmoronam sob o seu próprio peso, se os vemos à partir da perspectiva DELE, e não do EU.
Qual é o problema DELE com a comunhão na mão?
  1. Está dogmaticamente definido no Concílio de Trento que em cada partícula da Sagrada Hóstia está Jesus Cristo em Corpo, Sangue, Alma e Divindade.
  2. Portanto, se uma partícula por minúscula que seja cai no chão, é como se caísse a Hóstia inteira.
  3. E se caem partículas ao solo deve-se acreditar dogmaticamente que é o próprio Jesus Cristo, seu Corpo e Sangue, quem está no chão.
  4. Então, se nós pisamos sobre estas partículas estamos pisando sobre Jesus Cristo. Sim, vamos repetir: ESTAMOS CALCANDO JESUS CRISTO SOB NOSSOS PÉS. E nós estamos fazendo por nossa culpa, colaboração ou cumplicidade, não por um acaso fora de nosso controle.
Se por um momento pudéssemos ver a cena dantesca que se produz em nossas igrejas ficaríamos horrorizados. Podemos ter uma ligeira ideia contemplando a fantástica ilustração de Rodrigo Garcia. Será que ela nos parece dura? Pois é exatamente o que acontece e não vemos.
Agora é fácil compreender o Amor que supõe a Eucaristia, onde Jesus foi exposto a ser o mais frágil, mesmo correndo o risco de ser pisoteado indignamente numa segunda Paixão silenciosa e invisível, mas, nem por isso, menos cruel. E é fácil entender o quanto respeito e cuidado deveríamos tratar Jesus Eucarístico diante de sua posição voluntária de fragilidade e exposição, à qual estamos obrigados de modo absoluto e inexcusável, sem que possa haver nenhum EU que valha, nossa única obrigação é a de protegê-LO, contra tudo e contra todos, mesmo à custa da nossa honra ou posição.
Sei que haverá alguns que dirão que exagero, que sempre pode haver partículas de uma maneira ou de outra, e é certo que pode haver mesmo, mas uma coisa é humanamente não poder controlar uma micropartícula que, por exemplo, voe despercebida aos nossos olhos, e outra coisa muito diferente é a que cai por nossa culpa, negligência, covardia e / ou forma de comungar. É verdade que comungando de joelhos e sem patena também pode passar – outra irresponsabilidade do sacerdote -, mas infinitamente menos do que se sujeitamos a Hóstia à fricção do contato com as mãos.
Das muitas observações que tenho feito tenho digo que nunca fui capaz de ver – embora esteja certo de que haja alguém perdido a fazê-lo, como uma exceção – um único comungante na mão tentando remover de sua mão partículas que possam ter permanecido, nem mesmo tentando ver se ficou alguma. Qualquer sacerdote que tem dado a comunhão com a patena sabe que, até mesmo em Missa tradicional sempre há partículas, como sempre há partículas que permanecerão na mão. O simples fato de depositá-lo e pegá-la novamente para comungá-la provoca o desprendimento inevitável. Isso significará, na prática, centenas de partículas pelo chão profanadas e pisoteadas por nossa culpa.
Tudo isso é tanto mais doloroso se pensamos por um momento como esta prática é promovida ativamente, chegando-se até mesmo a obrigar as crianças a fazer a sua Primeira Comunhão na mão, como acontece na paróquia de minha pequena cidade com o pleno conhecimento, silêncio e passividade do Arcebispo de Sevilha[1].
YouTube
Nenhum sacerdote está obrigado a dar a Comunhão na mão, e a própria legislação canônica o respalda[2], pois lhe permite não administrá-la à decisão do sacerdote quando há risco de profanação. Acaso não há risco de profanação em que Jesus Cristo caia no chão e seja pisoteado? Acaso não há risco de profanação em uso que possa ser dado à Sagrada Forma como se viu recentemente em Pamplona? Querido sacerdote que, de boa-fé, vem dando a comunhão na mão, contemple a nossa ilustração, medite-a e diga-me: acredita honestamente agora que é seguro dar a comunhão na mão, mesmo para uma única pessoa?
Ninguém, repito, ninguém deve arriscar o Corpo de Cristo a ser pisoteado e profanado, e isso é feito dando uma única comunhão na mão. Poderia haver uma lei que obrigasse um filho a expor sua mãe para ser pisoteada, ultrajada e humilhada? Mesmo se houvesse, qualquer pessoa com um mínimo de bom senso teria obrigação moral de continuar seguindo esta lei?… Pois, quanto mais se falamos de Jesus Cristo, Nosso Senhor e Criador.
Não tenho dúvida de que a maioria de vocês que a recebem em sua mão ou a administram não o fazem com essa intenção, porque continuam analisando a partir do EU, EU e EU. Pare por um momento, reflita e olhe a partir do ponto de vista DELE, pisoteado no chão ou profanado por indesejáveis, com a igreja cheia de rastros do Sangue de Nosso Senhor, e estou certo de que nem a receberão nem a darão nunca mais.
Se houve milhares de mártires que morreram por não permitirem ultrajar uma imagem, um livro sagrado… você vai tolerar esse ultraje e calcar sob os pés o próprio Jesus Cristo em Corpo, Sangue, Alma e Divindade diante dele?
Antes morrer do que Nosso Senhor esteja no chão por minha culpa.
Miguel Angel Yanez
[Ilustração de Rodrigo Garcia para Adelante la Fe]
Notas:
[1] Pessoalmente denunciei ao Sr. Arcebispo de Sevilha, Monsenhor Asenjo, que as crianças recebiam obrigatoriamente a Primeira Comunhão de pé e na mão. Sua resposta foi que “ele não podia fazer nada”. Pobres crianças, usadas e manipuladas pelos demolidores da Fé, que deve sempre deveriam lembrar as duríssimas palavras de Nosso Senhor contra aqueles que manipulam esses pequenos, “mas, qualquer que escandalizar um destes pequeninos, que creem em mim, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma mó de azenha, e se submergisse na profundeza do mar”. (Mateus 18:6)
[2] “Se houver perigo de profanação, não se distribua aos fiéis a Comunhão na mão”.(Redemptionis Sacramentum 92).

15 comentários:

  1. Eu desde que me conheço por gente tomei a comunhão na boca. nao gosto de pegar a Santa Eucaristia na mão, pq nossas maos até chegarmos na Igreja vai suja de volante de carro de suar Nariz de pagar estacionamento etc... Os Ministros e o Padre creio eu que se trocam e lavam as mãos para o momento Santo. Mas um dia desses uma Ministra me negou em colocar em minha boca eu insisti não dei as mãos e ela implorava para eu dar e não colocava a Hostia na minha boca. e disse que era ordem do Sacerdote. Mas eu continuei ali até que ela colocasse em minha boca, ela nao podia me negar isso Podia????? Qdo pos em minha boca senti que ela ficou nervosa de medo do Padre e quebou a hostia na minha boca eu fiquei arrazada, chorei muito pedi a misericordia de Deus e Perdão pq nao sei se fui eu ou ela a errada, mas minha tristeza foi imensa a0o sentir a Hostia quebrada por ela. Mudei de Igreja e continuo tomando na boca pq essa exigencia era do Padre de lá. Pfv me explique esse procedimento é correto pelo Padre.???? e pela Ministra?????? Obrigado pela oportunidade de manifestar a minha indignação por esse fato.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá, meu nome é Cleberson e sou cientista da religião pela PUC-SP. Houve sim uma orientação para as igrejas para não distribuírem a Eucaristia na boca, por motivos de contágio de vírus como H1N1, entre outros. O ministro, seja ele ordenado ou não, se torna uma difusor do vírus, pis entre em contato com a saliva dos fieis, aumentando a possibilidade de contágio.

      Excluir
    2. Irmão, a paz de Jesus!
      Aqui na minha diocese também é assim, mas desde minha primeira comunhão nenhum ministro encostou o dedo em minha boca, e se de qualquer jeito ele vai pegar a hóstia consagrada do cálice ele colocar diretamente na minha boca seria muito mais prático e evitaria passar pelas minhas mãos nas quais cumprimentei os irmãos quando cheguei na igreja é até mesmo quando se desejava a Paz de Cristo! Não é verdade?

      Excluir
  2. Pois somente os sacerdotes podem tocar no Corpo de Cristo e distribuí-Lo!Pois essa é a GRANDE DIGNIDADE DELES!


    O Santo e Infalível Concílio de Trento determinou:

    “Na comunhão sacramental sempre foi costume na Igreja de Deus receberem os leigos a comunhão das mãos do sacerdote (...). Com razão e justiça se deve conservar este costume como proveniente da Tradição apostólica" (Sessão XIII, cap.8)

    O Catecismo do Concílio Trento também ensina:


    “Devemos ensinar que só aos sacerdotes foi dado o poder de consagrar a Sagrada Eucaristia e distribuí-la aos cristãos. Sempre foi praxe na Igreja que o povo fiel recebesse o sacramento pelas mãos dos sacerdotes (...). Assim definiu o Santo Concílio de Trento e determinou que esse costume devesses ser religiosamente conservado, por causa de sua origem apostólica e porque Cristo Nosso Senhor nos deu o exemplo, quando consagrou seu corpo Santíssimo, e por suas próprias mãos O distribuiu aos Apóstolos" (Catecismo do Concílio de Trento, II-IV, 65).

    Também São Tomás de Aquino (1225-1274) referindo ao assunto diz: "Por reverência a este sacramento [a Santa Eucaristia], nada o toca a não ser o que é consagrado; por isso o corporal e o cálice são consagrados, e, da mesma forma, as mãos dos sacerdotes para tocar este sacramento". (Suma Teológica, Pars III, Q. 82, Art. 3, ad 8)

    E o Concílio De Trento (1545-1565) diz: "O fato de só os padres darem a Santa Comunhão com suas mãos consagradas é uma Tradição Apostólica."


    E o mesmo santo nos ensina que é do sacerdote que devemos receber a Santa Eucaristia: "O padre toma do altar o Salvador do mundo, que é o verdadeiro Filho de Deus, descido do céu, e o verdadeiro Filho da Virgem, saído da terra, como todos os homens, e te entrega para a alimentação de tua alma" (São Francisco de Sales - Filotéia)


    Oh leigos, acha mesmo que Nosso Senhor Jesus Cristo, teria perdido tempo de escolher doze discípulos, para administrar seu santíssimo corpo, se qualquer um fosse digno de fazê-lo?Que nós como leigos, possamos nos colocar no nosso lugar! Que possamos observar as falas de Santa Teresa de Lisieux e a santa humildade de São Francisco de Assis e a de São João Batista, que não tocaram no Corpo de Cristo, por não terem a GRANDE DIGNIDADE do Sacramento da Ordem!Enquanto nós leigos, devemos receber Nosso Senhor Jesus Cristo, diretamente na boca!Uma vez que não somos dignos de tocá-Lo!


    “Após o Concílio Vaticano II e a infeliz e errada reforma da Litúrgica de Paulo VI surgiram nos documentos em que inseriram de uma maneira desastrosa os “Ministros” do Extraordinário da Comunhão”, que deturpando toda a doutrina da Igreja, em que o leigo jamais poderá toca na EUCARISTIA.
    Adaptado do texto do site volta para casa

    ResponderExcluir
  3. Em uma missa que assisti ha um ano atras em uma cidade litoranea um padre estava muito bravo e nos contou que na missa do ultimo domingo um homem comungou nas maos fingiu ter levado a hostia na boca e a guadou.No outro dia esse homem foi a papelaria pedindo pra plastificar a hostia a atendente sendo catolica se recusoue o orientou a desistir.Ligou para o padre. O homem disse que sua intencao era plastificar e guardar a hostia consagrada para si.

    ResponderExcluir
  4. Devido eu ser divorciada ha tempos comungo em espirito sinto o corpo e sangue de Cristo a santa missa me cura de uma tal forma que me emociono a cada domingo.Sao varias coisas que me deixa entristecida pois muitos catolicos alem da comunhao na mao dao as costas para o sacerdote e saem andando com a santa eucarista,Muitos chegam depois do ato penitencial e na hora da comunhao estao la,muitos na hora da homilia saem pra fora da igreja e ficam conversando sobre assuntos diversos.O que choca mais e hora da consagracao quando almas do purgatorios imploram por perdao leigos ali em frente aocorpo e sangue de Cristo nao ajoelham e como se nao fosse nada.

    ResponderExcluir
  5. O erro não está em comungar na mão, mas na atitude de quem comunga. Desde o século II se tem relato de comunhão na mão como citado nessa fonte: http://www.universocatolico.com.br/index.php?/a-comunhao-eucaristica-na-mao.html. Logo, se a pessoa tem a consciência de levar a comunhão a boca e verificar os resíduos na mão, não há problema. Embora, a Igreja como mãe, sempre recomenda o que é mais fácil que todos cumpram, ou seja, à boca é uma forma de diminuir o risco de profanação do Sagrado.

    ResponderExcluir
  6. Há muitos anos presenciei uma senhora que na missa de finados, na capela do cemitério, recebeu a comunhão na mão, depois levou a patícula e enterrou em um túmulo. Comuniquei ao padre que tomou as devidas providências.

    ResponderExcluir
  7. a igreja e suas velhas tradições!!
    alguém poderia mostrar que na bíblia esta escrito que tradições não agrada a Deus.
    Mateus 15 fala um pouco sobre isso.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Tradição? Assista ao vídeo disponibilizado neste mesmo artigo que você verá a tradição. É ÓBVIO que sempre resta micropartículas nas mãos de quem recebe a Sagrada comunhão assim. A questão é que é um fato que há profanação do corpo de Jesus Cristo em tal ato, nós como Católicos legítimos não podemos permitir que isso ocorra.
      Leia o texto mais uma vez, assista ao vídeo supracitado, e então reflita que com certeza você entenderá. A Paz do Senhor!

      Excluir
  8. Eu desde minha primeira comunhão comunhão na boca, e mês passado pela primeira vez um padre me negou comunhão na boca, fiquei bem triste e com um pouco de raiva, mas o que fiz foi rezar por ele é pedir perdão a Jesus por ter tocado nEle com minhas mãos, porque eu não queria deixar de receber Jesus por causa do padre é muito menos criar caso com o mesmo com Jesus em minha frente. Rezemos pelos nossos sacerdotes!

    ResponderExcluir
  9. Eu vou a missa por causa de Jesus não vou por causa do padre!!!

    ResponderExcluir
  10. Também vou a missa por Jesus,não por causa do sacerdote.

    ResponderExcluir
  11. Quando que os cristãos vão acordar e perceber que o comunismo/socialismo está tentando destruir as Igrejas de Cristo? Católica e Evangélicas. Para confirmar isto, basta estudar a Escola de Frankfurt (instituto socialista alemão fundado no pós 1ª Guerra Mundial) e confirmar que eles chegaram a conclusão de que o que havia impedido o trabalhador (o proletariado) de pegar suas armas (ingleses, franceses e alemães, estavam armados para a guerra) e fazer a revolução que os libertaria do julgo da burguesia (Karl Max chegou a prever que isso iria acontecer), era uma espécie de um ópio (foi assim que eles chamaram) que impedia o trabalhador de ver a verdade (do ponto de vista do socialismo) e que esse "ópio", era a religião de Cristo. Posteriormente,a escola de Frankfurt muda-se para a Universidade de Columbia (EUA), onde sofre a influência dos pensamentos, principalmente de Antonio Gramisc (fundador do PSI, Partido Socialista Italiano) e Antonio adorno, que através de suas idéias
    e dos outros próceres do Comunismo, elaboram um documento chamado "Cartas do Cárcere", onde criam e divulgam uma nova metodologia, para o Comunismo tomar uma sociedade em seu poder, não mais com revolução armada, mas sim, a partir de uma infiltração em seu substrato social e mudanças de dentro para fora, transformando assim, uma sociedade conservadora, em uma sociedade socialista, sem que sua população perceba (ações muito bem elaboradas e com respostas de longo prazo). Nesse documento existem algumas pérolas, tais como: Não ataquem os tanques. Ataquem as escolas!!! O resultado é muito melhor... Outra: Se infiltrem nas Igrejas e criem novas teologias, infladas de socialismo disfarçado!!! Convertam os cristãos em relativistas... Agora que demonstrei o ponto de vista do Novo Socialismo, fica fácil de entender porque a Igreja (ela é infalível, quem erra são os falsos profetas, né!!) está mudando costumes que fazem parte da Tradição Católica. Teologia da Libertação, foi criada com esse intuito. Nas igrejas evangélicas, existe a mesma porcaria, chamada de Teologia da Missão Integral. A Igreja Socialista de hoje, fala todo dia na OPÇÃO PELO POBRE!!! e NINGUÉM DESCONFIA QUE ESTÁ ERRADO. Pois Jesus não fez opção pelo pobre (lógico que ELE cuidou e nós também devemos cuidar do pobre) da maneira como a Igreja diz hoje. ELE fez sim e ainda faz, OPÇÃO PELO PECADOR, seja ele, RICO ou POBRE. Mas a Igreja insiste em falar com muito mais frequência, na OPÇÃO PELO, OPÇÃO PELO POBRE, OPÇÃO PELO POBRE...isso é socialismo disfarçado, pois com a desculpa de cuidar do pobre, se cria antagonismo ao rico. Como se fosse pecado nascer rico. É pecado, ser rico e não ter humildade e nem praticar a caridade. Ahhhhh!!! Me lembrei. Ao fazer Teologia na Faculdade Claretianos em Curitiba, recebi uma lista de livros cuja leitura era obrigatória (debates no fórum virtual, trabalhos escritos, apresentações em sala de aula). Desta lista constavam 5 livros de Leonardo Boff. Constava um livro de um filósofo espanhol que o site do Vaticano recomendava expressamente aos Católico que não lessem o que ele escrevia, pois ia contra a Doutrina e o Magistério da Igreja Católica. Havia também um livro de um autor que foi excomungado pelo Papa!!! Estão dentro da Igreja, tentando destruí-la. Acho que deu pra vocês entenderem meu ponto de vista, né.

    ResponderExcluir
  12. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir